A diferença crucial entre Basal e Bolus
O tratamento com insulina costuma envolver dois perfis de ação muito diferentes: a insulina basal (longa duração, para manter o nível estável ao longo do dia e da noite) e a insulina prandial ou bolus (ultrarrápida, para cobrir refeições ou corrigir picos).
Esquecer a basal da noite gera hiperglicemia matinal persistente; aplicar em duplicidade pode levar a episódios graves de hipoglicemia. O dosiq traz clareza para essa rotina registrando exatamente o status de cada dose.
O perigo da lipohipertrofia e por que fazer rodízio
Aplicar repetidamente no mesmo ponto do abdômen ou da coxa forma nódulos endurecidos de gordura sob a pele. Esse tecido alterado absorve a insulina de maneira imprevisível: em alguns dias ela não faz efeito e em outros é liberada de repente.
No dosiq, você visualiza um mapa do corpo frente e costas para marcar o quadrante da aplicação anterior e garantir a alternância segura entre abdômen, coxas, braços e glúteos.
Para quem o dosiq é perfeito hoje (e como adaptar para DMT1)
Acreditamos em transparência clínica total: cada perfil de diabetes tem uma dinâmica própria, e você deve saber exatamente como o app funciona:
Cenário Nativo (Diabetes Tipo 2 e Esquemas Basais): Se você utiliza insulina basal com horário fixo diário, mede a glicemia 1 a 2 vezes ao dia (jejum e noite) e toma antidiabéticos orais, o dosiq é 100% automatizado, com alarmes pontuais e histórico completo.
Cenário Adaptado (Diabetes Tipo 1 e Bolus sob demanda): O dosiq não é uma calculadora automática de bolus e não realiza contagem de carboidratos. Para pacientes com DMT1, a adaptação ideal é cadastrar a insulina de ação rápida com a frequência "Quando necessário": a cada refeição ou correção, você lança a dose avulsa em UI e anota o quadrante no mapa do corpo, centralizando o histórico para o seu médico.